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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Lovecraft Country: Magia e Discriminação


A série Lovecraft Country, da HBO, trouxe a fantasia sobrenatural de H.P. Lovecraft misturado com a segregação que ocorria nos Estados Unidos na década de 1950. Assista para saber mais.

Além de assistirem a série no HBO Go, não deixe de adquirir o livro de Matt Ruff, Território Lovecraft, aqui: https://amzn.to/3pEgUWa

sábado, 5 de dezembro de 2020

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

George Pérez, o favorito

 
George Pérez é um dos artistas mais importantes dos quadrinhos da Marvel e DC Comics, entre outras editoras. Durante anos, desenhou, escreveu roteiros e co-criou muitos personagens que muito conhecem, mas não tem ideia de quem ajudou a criá-los. Conheça mais sobre este artista e sua influência grandiosa nos quadrinhos.

1º - Sim, terminei esquecendo seu maravilhoso trabalho em LJA/Vingadores, onde ele realizou seu sonho de desenhar vários personagens da Marvel Comics e DC Comics nessa minissérie. 2º - Sim, eu sei o significado de polímata (pessoa que possui vastos conhecimentos ou que domina várias ciências), mas achei que fosse a palavra mais adequada para demonstrar todo o talento de Pérez... e sim, eu tomei uma "liberdade de interpretação". Caso deseje conhecer mais os trabalhos de George Pérez: - Os Vingadores, por George Pérez = https://amzn.to/2IXnq9t - Os Novos Titãs, por George Pérez = https://amzn.to/3kn463l - Crise nas Infinitas Terras = https://amzn.to/2TfEJUW - Mulher-Maravilha, por George Pérez = https://amzn.to/3klFjwl - Desafio Infinito = https://amzn.to/3oee60Z

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Coleção Super-Heróis: Permitido para fãs! - Volume 1



A Revista Mundo dos Super-Heróis, constantemente, nos traz dossiês bem completos sobre os super-heróis, principalmente da Marvel e da DC Comics. Para você não ficar louco caçando nas bancas ou em sebos as revistas antigas, ela lançou a Coleção Super-Heróis, com dossiês de dois personagens em cada edição. O Volume 1 fala sobre Homem-Aranha e Flash. Assista o vídeo para saber o que poderá encontrar.

Caso deseje adquirir a Coleção Super-Heróis, em sete volumes, acesse: http://www.europanet.com.br/colecoes/superherois/

sábado, 14 de novembro de 2020

DC: Antes da Crise e... Depois?!

 

São 85 anos desde que o Major lançou a New Fun Comics #1. A DC Comics - antes National Allied, depois National Periodicals - foi responsável pela Era de Ouro dos Quadrinhos e pela Era de Prata, também. Conheça um pouco de sua história Antes da Crise nas Infinitas Terras e todas as tramas que ocorreram Depois da Crise nas Infinitas Terras.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Supergirl e a diversidade


A busca da inclusão de comunidade ignoradas em mídias diversas chegou há algum tempo nos seriados de super-heróis, mas nunca em tamanha extensão como em Supergirl. Mas nem tudo são flores e muito menos o arco-íris que esperamos. Assista ao vídeo para saber um pouco mais da diversidade que rola na série.

- Os super-heróis podem ajudar a tornar o mundo mais inclusivo?, por Mike Straney | Nightsavers: https://bit.ly/3drbg3R - Super-Heróis da HQ e a batalha pela inclusão. por Tom Moore | Leflein: https://bit.ly/3jXKz9s - Supergirl e a CW: como a falta de representação levou a um dos piores casos de queerbaiting na televisão moderna, por Hayley Spencer | Medium: https://bit.ly/313AHTX

sábado, 31 de outubro de 2020

O Especial de Halloween do Batman


31 de outubro é o Dia das Bruxas, onde todos saem fantasiados para fazer truques ou travessuras, mas o Batman já sai por outros motivos. Conheçam as três aventuras especiais de Halloween do Cavaleiro das Trevas, além de entender um pouco mais sobre esta data, que cruzou o hemisfério norte e agora faz parte de uma tradição no Brasil, também. Adquira as três histórias em uma edição definitiva de Batman - Dia das Bruxas: https://amzn.to/3jY8NjI

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Sangue de Zeus: sexismo mítico


[O que está escrito aqui terá SPOILERS, então leia por sua conta e risco]

Não é meu lugar de fala, mas assisti a minissérie em formato de anime “Sangue de Zeus” e minha avaliação é que os irmãos Parlapanides (escreveram "Imortais", com Henry Cavill) foram totalmente sexistas na concepção da série.
Antes de continuar, quer deixar claro que sou um devoto do helenismo, que e a adoração ao deuses da tradição helênica (mais conhecida como grega), então, sei bem que nas poleis existiam a tradição de adoração dos deuses e das deusas helênicas – prefiro este termo à grega. Também sei que Hera era uma deusa extremamente ciumenta e, por vezes, tentou se vingar de Zeus incumbindo monstros e soberanos a destruir os filhos deste, fossem deuses ou semideuses. Também sei que Hera, mesmo com todos os ciúmes e o ódio pelos filhos de Zeus, nunca trairia o marido que, mesmo com suas puladas de cerca, estava ao seu lado nos piores embates dos deuses como a Titanomaquia, onde Zeus salvou todos seus irmãos das entranhas de seu pai, e a Gigantomaquia, onde Zeus e os olímpicos enfrentaram Tífon, Êquidna, entre outros gigantes e Héracles foi crucial no combate, pois ele salvou Hera de Porfírion (a versões que dizem que foi Apolo que o matou com suas flechas), e este salvamento selou a paz entre os dois, tanto que Héracles se casou com Hebe, deusa da juventude, filha de Zeus e Hera. Além do que, Hera não foi a primeira esposa de Zeus, pois ao final da Titanomaquia, Zeus desposou Têmis, mas assim que soube que um filho que era conceberia lhe tomaria o trono, a devorou e de sua cabeça, rachada pelo machado de Heféstos, nasceu Atena. Após este ato com Têmis, ele desposou Hera.
Com isso tudo, fica claro vários erros e o motivo de eu considerar esta minissérie misógina. Os dois primeiros episódios da série lembram uma Tragédia Grega, como a de Perseu e Teseu, onde o filho de Zeus nasce no ventre de uma família poderosa de um pólis – usar a palavra “rei” ou “príncipe” é anacrônico – e, quando o soberano desta pólis toma consciência disso, decide se desfazer do jovem. Também tem aspectos da Tragédia de Héracles, pois ele tem um meio-irmão que dividiu o ventre com ele. Mas, a partir do terceiro episódio, os ciúmes de Hera se tornam irascíveis e ela deseja tomar o trono de seu marido. A retratação da deusa é como a de uma mulher louca de ciúmes que faz um acordo com um grande inimigo para destronar o marido. Eu sei que nos mitos helênicos, as deusas já demonstraram irascibilidade, como no caso de Ilíada, que se inicia com uma disputa entre as deuses Atena, Hera e Afrodite, desejando saber qual delas é a mais bela, depois de Êris lançar o pomo da discórdia entre elas, e terminou com a destruição de Tróia (Ílio). Mas nunca qualquer um dos deuses cobiçou o trono de Zeus, mesmo que Atena soubesse que poderia ser a sucessora natural ao trono. Os olímpicos usavam os humanos em suas querelas, não digladiavam entre si. E aí começa o erro da história, quando coloca Hera desejando, desesperadamente, a morte de Zeus e seu lugar no trono do Olimpo.
Por que digo isso? Porque, mesmo com todos os ciúmes, com toda a ira, Hera era grata a Zeus por tê-la salvo das entranhas de seu pai. E quando Zeus aprontava das suas, ela tramava das delas, também. Como no caso do nascimento de Heféstos, que Hera concebeu sozinha, vendo que Zeus havia concebido por si só Atena. Ou todas as agruras que ela despejou sobre os filhos de Zeus que ele tivera com outras deusas ou mortais, após desposa-la. E transformar Hera em uma poderosa deusa e por isso está ao lado de Zeus, não desfaz a ideia sexista da série.
Outro ponto é que Ares, como deus da guerra, é extremamente habilidoso e poderoso, concordo em gênero, grau e número, mas ele tem uma contraparte feminina tão poderosa e tão mortal quanto ele, Atena. Mas aonde está a deusa? Ela somente aparece com “figurante” na batalha dos deuses, ao lado de seu pai, Zeus. Já Ares é mostrado como um grande algoz dos deuses. E lógico, na ideia dos criadores das séries, os homens são os grandes heróis, mas eles esquecem que as mulheres também tiveram seus momentos de heroísmo nas histórias gregas. Vale lembrar de Antígona, Elektra. Ah, mas alguns dirão: "Tem a guerreira amazona, Alexia". Ok, começa que ela não era uma amazona. Ela tinha pai e mãe, o que não a torna amazona. As Amazonas eram guerreiras filha de Ares e Harmonia, no caso de Alexia ela seria filha de soberanos de uma pólis (sim, o mito nas revistas da Mulher-Maravilha está errado). “Ah, mas ela era uma guerreira igual a uma amazona e os irmãos Parlapanides escreveram que ela é uma amazona. Está querendo dizer que eles, que são descendentes de helenos, estão errados?”... não, eu não quero dizer, eu estou dizendo que eles estão totalmente equivocados.
“Ah, mas é mito. Quem se importa?”... eu me importo. Como disse no começo do texto, sou um helenista, devoto dos deuses helênicos, e me importo muito. Acredito que as tradições religiosas devem ser respeitadas, sendo míticas ou não. Existe uma falta de respeito com a deusa Hera, colocando-a como uma treslouca com sede de sangue. Ela era ciumenta e tinha seus motivos, mas ela respeitava a autoridade de Zeus. E, se fosse para mostrar a insatisfação, que fosse de outra forma que não desejando o sangue e a cabeça do marido, como se todas as mulheres que são traídas desejassem isso. Sem contar a diminuição da mulher em seus papéis. Atena se torna uma mera figurante, quando poderia ser a estrela ao lado de Zeus, mas preferem colocar Apolo e Hermes como contrapartes de Ares. Atena é uma deusa-guerreira. Nasceu da cabeça de Zeus já adulta e portando um elmo. Seu pai lhe deu a égide com a pele da cabra Amaltéia. Em seu escudo está a cabeça da górgona Medusa, presente do guerreiro – e seu meio-irmão – Perseu. Ela venceu dois gigantes durante a Gigantomaquia. Coloca-la como figurante, é o mesmo que a relegar como personagem inferior a Ares, o que nunca seria. E Alexia, apesar de uma guerreira extremamente habilidosa e voraz, nunca parece conseguir resolver nada sozinha, tendo sempre ao seu lado homens. Sim, ela os lidera, mas parece que depende deles para tudo. Como no caso do aparecimento de Heron – o protagonista da história, filho de Zeus com uma mortal, que tem o meio-irmão como seu antagonista – no momento em que eles precisam destruir os restos do gigante que transformou Seraphim – o meio-irmão de Heron – em um monstro poderoso. Nem nas antigas histórias as mulheres dependeram tanto dos homens como nesta minissérie.
O retrato que os irmãos Parlapanides trazem da mulher é de uma louca ciumenta-possessiva, gananciosa, com sede de sangue, antagonista ou coadjuvante nas querelas e também extremamente dependentes para ganhar algo ou suas conquistas. Se isso não é sexismo, é a maior falta de respeito a história das mulheres nos mitos helênicos e a religião helénica.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Os universos da Marvel e DC têm exatamente o mesmo problema | Screen Rant


Spider-Man: Marvels Snapshots #1 é a última história em quadrinhos a desconstruir o que muitos críticos consideram um problema tanto da Marvel quanto dos super-heróis da DC.

Desde o advento dos super-heróis de quadrinhos , uma das críticas mais comuns do gênero tem sido a visão simplista que eles tendem a oferecer. Por exemplo, heróis de rua como Homem-Aranha e Batman são normalmente vistos como justificados para espancar pessoas que se voltaram para uma vida de crime. Da mesma forma, superequipes como os Vingadores e a Liga da Justiça consistem em indivíduos poderosos e autonomeados que ditam sua autoridade indiscutível onde e quando julgam necessário. É essa simplificação da realidade que muitas vezes incentiva os pessimistas a rotular o gênero do super-herói como regressivo. No entanto, para cada história publicada pela Marvel e DC que dá peso a esse tipo de avaliação, há muitas outras que reconhecem e desafiam os leitores a considerar as implicações complexas de "super-heróis".
Spider-Man: Marvels Snapshot
 # 1 de Howard Chaykin é o exemplo mais recente da Marvel que fornece uma perspectiva alternativa sobre super-heróis causando caos. A história segue um pequeno criminoso chamado Dutch enquanto ele e seu parceiro, Ronnie, navegavam pelas ruas violentas da cidade de Nova York. Em vez de retratar Dutch como o mais recente idiota para o Homem-Aranha atacar , o leitor é convidado a simpatizar com ele e ver o mundo através de seus olhos. Como resultado, a história questiona se os super-heróis realmente provocam alguma mudança substancial junto com sua destruição devastadora.
Embora Dutch esteja longe de ser uma pessoa direta, ele é um ser humano com múltiplas dimensões. Ele tem uma saída criativa no kitbashing e, depois de se apaixonar por uma nova mulher, um sonho de ir para o oeste com ela e deixar sua vida criminosa para trás. O único problema: ele não tem os fundos de que precisa para tornar o sonho deles realidade. Assim, com a ajuda de seu parceiro Ronnie, Dutch deve navegar na perigosa subcultura de supervilões para sua grande pontuação final.
Aqui, os supervilões são retratados como a evolução natural do criminoso comum - uma expansão necessária para corresponder à presença todo-poderosa de super-heróis. Não demora muito para que Dutch e Ronnie questionem se devem ou não se atualizar para supervilões por uma chance de uma retirada mais considerável. E a partir dessa perspectiva no nível da rua, os nova-iorquinos veem os super-heróis e vilões como as duas faces da mesma moeda - malucos vestidos com cores variadas que fornecem entretenimento ou inconveniência para os residentes. Não há menção de qualquer necessidade ou bem sendo fornecido pelos heróis.
Tanto a Marvel quanto a DC exploraram a ideia de que os super-heróis não fornecem, na verdade, nenhuma mudança significativa e que suas presenças podem, na verdade, causar mais caos do que prevenir. A DC explorou esse conceito de maneira mais notável com livros como Watchmen e uma série de histórias proeminentes do BatmanA ideia de que Gotham não seria consistentemente aterrorizado por maníacos excêntricos como o Coringa se não fosse pela presença do Cavaleiro das Trevas torna-se uma posição convincente . E do lado da Marvel, a Guerra Civil confrontou os leitores com as implicações contundentes do vigilantismo. A mais recente edição da Marvels Snapshot é a última de uma longa série de histórias das duas grandes editoras que não têm medo de desconstruir o lado menos glamoroso de seus populares super-heróis.

segunda-feira, 16 de março de 2020

"Knock Me Out" vai entrar no ringue!

E Felipe Folgosi já está voltando com um novo projeto no Catarse. "Knock Me Out", mais novo projeto dele na plataforma de crowdfunding, será lançado no Catarse no dia 17 de maço de 2020 e trará um história de decisões, misturando um lutador divido entre dois amores: sua namorada e sua chance de se tornar um grande lutador.
Bem, por que estou escrevendo aqui se o Felipe sabe explicar melhor do que eu? Com vocês o release de "Knock Me Out".
Felipe Folgosi lança a campanha de sua nova HQ “Knock Me Out”, no Catarse.
São Paulo - No dia 17 de março, terça-feira, o ator e roteirista Felipe Folgosi lança a campanha da graphic novel “Knock Me Out”, no site de financiamento coletivo Catarse. “Knock Me Out” é a quinta obra na série de HQs do autor, iniciada em “Aurora”, lançado em 2015, seguida de “Comunhão” em 2017, “Um Outro Dia” em 2018 e por “Chaos” em 2019. Sobre a nova HQ, Felipe comenta “É a história de Tom Rocco, um lutador brasileiro de jiu-jitsu, que vai para os Estados Unidos em busca de seu próprio caminho. Além de ser um excelente lutador, Tom começou a fazer grafite ainda adolescente, e acabou desenvolvendo um estilo pessoal em obras incríveis, mas que ele deixa escondidas do mundo, para ninguém ver. Essas duas formas de expressão, a arte marcial e a plástica, são as válvulas de escape que ele tem para lidar com seus conflitos internos, principalmente a solidão. Mas como em toda boa história, Tom chega em uma encruzilhada. Ao mesmo tempo que recebe o convite para lutar no maior campeonato de MMA do mundo, conhece Natalie, uma médica que ilumina sua vida e acabam se apaixonando. Ao descobrir como é brutal e perigosa essa competição, Natalie pede que Tom se afaste desse universo violento e invista em seu talento como pintor. Agora Tom precisa decidir que caminho seguir para descobrir seu verdadeiro eu, se tornar o melhor lutador do mundo ou ficar com o amor de sua vida“. Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura romance e questões filosóficas. “Tendo morado dois anos, estudando em Los Angeles, experimentei na pele como é se sentir estrangeiro. Procuro abordar na história esse fenômeno cada vez mais frequente de jovens que deixam o país, muitas vezes em busca de uma identidade. Porém se desvinculando de sua família, cultura e referências geográficas que compõem nossa memória afetiva, intensificando a sensação de não pertencimento comum nos dias de hoje”, relata.
Felipe diz que “Em tempos de rede sociais, nunca se esteve tão só, a ponto de o Reino Unido ter criado um Ministério da Solidão para enfrentar o problema. Esta é uma questão presente na HQ, mostrada por meio de Tom, mas também de Lorena, uma escritora afrodescendente, que encontrou na escrita um caminho para auto-realização e pessoal e financeira, mas que encontra dificuldade em sua vida amorosa, revelando que independentemente de raça, gênero e condição social, qualquer um pode se deparar com esse quadro que, segundo pesquisas faz tão mal quanto obesidade ou tabagismo.”
Voz própria
Outro tema abordado por Felipe é a aparente dicotomia entre as artes marciais e as artes plásticas. Felipe acredita que elas têm mais coisas em comum do que se imagina. “Durante toda infância pratiquei lutas e, ao mesmo tempo, era aficionado por cinema e quadrinhos”, conta o autor. “Grandes artistas conseguiram canalizar a violência de forma criativa e provaram que existe uma beleza estética nas artes marciais.
Procurei explorar essa tensão dialética em “Knock Me Out”, por meio das duas principais atividades de Tom, a arte marcial e a plástica, com as quais o personagem busca equilibrar ambas pulsões, criatividade e violência-, ao longo da história, e se integrar.”
Para Felipe, as semelhanças entre as artes não terminam no nome. Ambas são veículos de expressão estética, têm um processo de aprendizado parecido entre mestre e aprendiz, exigem coordenação motora e raciocínio espacial.
O autor conclui: “Não é por acaso que ao longo da história, a prática dessas artes não era só comum, mas obrigatória tanto para monges como para samurais. ” Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Inicialmente desenvolveu o roteiro de “Knock Me Out” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico. A missão de ilustrar foi dada ao desenhista Henrique Pereira, arte-finalista Téo Pinheiro e ao colorista Vinicius Townsend. Felipe, enfatiza “Encontrei nesse time os parceiros que buscava há algum tempo, com a sensibilidade e talento que a obra pede. Estou muito satisfeito com o resultado e acredito que o público também ficará”. Após o encerramento da campanha e a produção da HQ concluída, haverá o coquetel de lançamento para imprensa e convidados, com a presença do autor.
Felipe Folgosi
Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde, revista da Avianca e na revista Licensing Brasil. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça "Um Outro Dia". Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie "Sex Appeal", na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela "Olho no Olho", onde era o protagonista Alef. Depois esteve em "Explode Coração", "Corpo Dourado", "Vidas Cruzadas", "Jamais te Esquecerei", "Começar de Novo", "Os Ricos Também Choram", "Prova de Amor", trilogia "Os Mutantes" e “A Terra Prometida” na Rede Record. Como apresentador, esteve no programa "Tá Ligado" da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em "Acredite Se Quiser" na Band. Mais recentemente participou do longametragem "A Grande Vitória" com Caio Castro e Sabrina Sato, da série "Politicamente Incorreto" com Danilo Gentilli, na FOX, da novela "Chiquititas" do SBT, do programa da GNT “Que MaravilhaAula de Cozinha”, do seriado “171-Negócio de Família” para o Universal Channel e atualmente está fazendo uma participação na novela “Aventuras de Poliana” no SBT. No teatro fez mais de dez peças, entre elas "Gato Vira-Lata", de Juca de Oliveira.
Em 2018, Felipe lançou o longa-documentário “Traço Livre”, que coproduziu e apresenta, sobre o cenário atual do quadrinho independente no Brasil. Em 2019, participou do longa “Eu Sou Brasileiro” de Alessandro Barros e em breve estará na cinebiografia de Celly Campelo “Um Broto Legal”, de Luiz Alberto Pereira. Lançou em 2015 sua primeira Graphic Novel, “Aurora”, que foi um sucesso de crítica e público, tendo sido indicada ao maior prêmio dos quadrinhos nacionais, o “HQMix”. Em 2017 lançou seu segundo projeto em quadrinhos, desta vez uma história de suspense e terror psicológico chamada “Comunhão”. Participou também das coletâneas “Visões de Guerra” e “Selva Gazeta Gráfica”. Em 2018, Felipe lançou seu curso online de composição narrativa chamado “Contador de Histórias” na plataforma cultural Savoá. Também participa da antologia “Narrativas do Medo Volume 2” com o conto “Non Plus Ultra”, lançou a Graphic Novel “Um Outro Dia” em 2018. Em 2019 continuação do Aurora chamada “CHAOS” e atualmente está produzindo “Knock Me Out” com lançamento previsto para novembro de 2020.

Henrique Pereira
Além de produzir materiais para editoras e agências de publicidade, trabalhou com quadrinhos institucionais, livros didáticos e paradidáticos, animação, character design para games, e ministrou aulas de desenho (estilo mangá) na cidade de Recife, Pernambuco. Ainda nos anos 90, produziu a 1ª edição da revista “Aprenda a Desenhar - Estilo Mangá”, em parceria com o artista Watson Portela. Atualmente, dedica-se a ilustrar para editores internacionais como artista freelancer e à frente do “Inkstand Studio” do qual é fundador.

Vinicius Townsend
Natural do Rio de Janeiro, graduado em Belas Artes pela UFRRJ. Trabalha como colorista a 8 anos, participando de publicações em editoras como IDW, Dynamite, entre outras. Atualmente dedica-se como freelancer em publicações no mercado independente nacional e internacional. Lançamento da campanha da graphic novel “Knock Me Out”, de Felipe Folgosi no Catarse.

Data: 17 de março, terça-feira
Roteiro, adaptação, layouts e produção: Felipe Folgosi
Desenho: Henrique Pereira.
Arte-Final: Téo Pinheiro
Cores: Vinicius Townsend
Preço: R$59,90
Quantidade de páginas: 136 de arte, 144 totais.
Endereço: www.catarse.me/kmo



Campanha Knock Me Out
from
Felipe Folgosi
on Vimeo.