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quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Professor Marston: O homem por trás da Mulher.

 


Todo personagem dos quadrinhos tem sua origem e quem o criou, mas poucos tiveram tantas influências de mulheres como a Mulher-Maravilha e, tudo isso, pois seu criador, o Professor William Moulton Marston, era cercado delas. Engajados na luta dos direitos das mulheres, Marston e sua esposa Elizabeth viveram uma vida hedonista com a parceira deles, Olive Byrne, e isso foi retratado no filme "Professor Marston e suas Mulheres-Maravilhas". Entenda um pouco mais sobre a vida deste fantástico criador e suas mulheres incríveis. Grant Morrison trouxe alguns recursos usados por Marston na criação da personagem na série Mulher-Maravilha: Terra Um, o que gerou batante polêmica. Você pode adquirir aqui: - Mulher-Maravilha: Terra Um - Volume 1 = https://amzn.to/3vBcr9m - Mulher-Maravilha: Terra Um - Volume 2 = https://amzn.to/3vsJXih

sábado, 4 de dezembro de 2021

Gerações: Um legado contínuo


O Universo DC é um dos mais antigos dos quadrinhos. Desde o surgimento do Superman em Action Comics #1, por vezes, houveram renovações e histórias recontada, mas o que John Byne faz em Superman & Batman: Gerações e não pensar nessas mudanças, mas seguir com o legado.

Foram três séries com passagens de tempo diferenciadas, contando a evolução de Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Sociedade da Justiça, Liga da Justiça, O Quarto Mundo, entre tantos outros personagens. Assistam o vídeo e conheçam um pouco dessa fantástica saga criada por John Byrne. Se quiserem, podem adquirir Superman & Batman: Gerações na Coleção DC Comics de Graphic Novels: https://amzn.to/3rAmg4Z

Capitão América: 80 anos do Bandeiroso


Nunca fui muito fã dele, mas não posso negar a importância do Capitão América, principalmente por causa do seus criadores e as motivações.

Mesmo sendo um personagem da década de 1940, Capitão América ainda busca representar o povo estadunidense e não o Estado. Foram várias as versões do mesmo personagem, mas neste vídeo eu abordo um quinto de sua história. Espero que apreciem!

Para saber mais, vocês podem adquiri aqui: - Marvel Legado - Capitão América Volume 1: Lar dos Valentes = https://amzn.to/2QrfjFW - Capitão América: Branco = https://amzn.to/3915PYa - Capitão América: Lenda Viva = https://amzn.to/3s8tJbR - A Coleção Oficial de Graphic Novels da Marvel #27 - Capitão América: O Novo Pacto = https://amzn.to/2NzzSyK - Capitão América: Novas Ordens Mundiais = https://amzn.to/30YLM8u - Capitão América: A Ameaça Vermelha = https://amzn.to/3vO7Jpc - Capitão América: O Soldado Invernal = https://amzn.to/3cUMfxV - Guerra Civil = https://amzn.to/3vKrPQS - Capitão América: A Morte do Sonho = https://amzn.to/3f7RDAu - Capitão América: O Homem Que Comprou a América 1 = https://amzn.to/2PdBkYg Ou então acesse https://amzn.to/3r1naXr para conhecer outras edições.

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Tarzan: Um apêndice


Apêndice é uma parte pertencente a outra maior e que a completa, e é desta forma que vejo esse vídeo sobre o Senhor dos Macacos, Tarzan.

Surgindo em 1912 pelas mãos de Edgar Rice Burroughs, Tarzan dos Macacos iniciou nos pulps para ganhar o mundo. Cinema, Rádio, Animações, Quadrinhos, seriados, o sucesso do personagem na cultura pop é maravilhoso! Conheça um pouco deste sucesso neste vídeo. Caso deseje conhecer mais sobre Tarzan, adquira: - Tarzan: A origem do Homem-Macaco e outras histórias = https://amzn.to/3b32IRj - Tarzan: O Homem-Leão e outras histórias = https://amzn.to/3dLdCga - Tarzan: Edição Comentada e Ilustrada = https://amzn.to/2O9vV3F - Tarzan = https://amzn.to/3qU5VrH

Watchmen e a estupidez humana

 "Vamos celebrar a estupidez humana..." é uma frase que combina bastante com Watchmen, seja nos quadrinhos ou na série de TV - infelizmente não vemos essa característica no filme.

Watchmen é objeto de estudos, consagrado como uma das minisséries mais revolucionadas dos últimos anos e, na minha humilde opinião, sempre merece um vídeo. A minissérie da HBO simplesmente completou o que Alan Moore e Dave Gibbons realizaram com os quadrinhos - mesmo que Moore não tenha nem assistido. Este vídeo busca trazer a ideia dos motivos que considero como estupidez humana em Watchmen. O Velho na Torre: Watchmen, um clássico que não envelhece.: http://bit.ly/3uAssMs Caso não tenha e queira adquirir Watchmen, seja na minissérie em quadrinhos ou a série da HBO, acessem: Watchmen - Edição Definitiva: https://amzn.to/3ss7u0z Watchmen: https://amzn.to/3uk69ul

Marvel: uma casa com mais do que ideias


O livro "Marvel: A História Secreta", de Sean Howe, agrada a alguns e outros preferem não gostar de seu conteúdo, mas ninguém pode negar que seu conteúdo é um dos mais completo contando como surgiu a "Casa de Ideias", bem antes de adotar este apelido.

Sabia um pouco mais sobre este livro com este vídeo.

Caso deseje adquirir "Marvel: A história secreta", acesse: https://amzn.to/39h1Xmq

sexta-feira, 4 de junho de 2021

TDN: O Estado não se importa


Se não é a melhor megassaga do Batman, com certeza está em primeiro lugar de todas! "Batman: Terra de Ninguém" não somente mostra como os gothamitas se organizariam, mas o que o Estado é capaz de fazer para desviar os olhos. Assista o vídeo e conheça um pouco desta maravilhosa saga.

Caso deseje adquirir Terra de Ninguém e o seu prólogo, Cataclismo, acessem: Amazon: https://amzn.to/3ngANAo Eaglemoss: https://bit.ly/36y8giT

sábado, 14 de novembro de 2020

DC: Antes da Crise e... Depois?!

 

São 85 anos desde que o Major lançou a New Fun Comics #1. A DC Comics - antes National Allied, depois National Periodicals - foi responsável pela Era de Ouro dos Quadrinhos e pela Era de Prata, também. Conheça um pouco de sua história Antes da Crise nas Infinitas Terras e todas as tramas que ocorreram Depois da Crise nas Infinitas Terras.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Os universos da Marvel e DC têm exatamente o mesmo problema | Screen Rant


Spider-Man: Marvels Snapshots #1 é a última história em quadrinhos a desconstruir o que muitos críticos consideram um problema tanto da Marvel quanto dos super-heróis da DC.

Desde o advento dos super-heróis de quadrinhos , uma das críticas mais comuns do gênero tem sido a visão simplista que eles tendem a oferecer. Por exemplo, heróis de rua como Homem-Aranha e Batman são normalmente vistos como justificados para espancar pessoas que se voltaram para uma vida de crime. Da mesma forma, superequipes como os Vingadores e a Liga da Justiça consistem em indivíduos poderosos e autonomeados que ditam sua autoridade indiscutível onde e quando julgam necessário. É essa simplificação da realidade que muitas vezes incentiva os pessimistas a rotular o gênero do super-herói como regressivo. No entanto, para cada história publicada pela Marvel e DC que dá peso a esse tipo de avaliação, há muitas outras que reconhecem e desafiam os leitores a considerar as implicações complexas de "super-heróis".
Spider-Man: Marvels Snapshot
 # 1 de Howard Chaykin é o exemplo mais recente da Marvel que fornece uma perspectiva alternativa sobre super-heróis causando caos. A história segue um pequeno criminoso chamado Dutch enquanto ele e seu parceiro, Ronnie, navegavam pelas ruas violentas da cidade de Nova York. Em vez de retratar Dutch como o mais recente idiota para o Homem-Aranha atacar , o leitor é convidado a simpatizar com ele e ver o mundo através de seus olhos. Como resultado, a história questiona se os super-heróis realmente provocam alguma mudança substancial junto com sua destruição devastadora.
Embora Dutch esteja longe de ser uma pessoa direta, ele é um ser humano com múltiplas dimensões. Ele tem uma saída criativa no kitbashing e, depois de se apaixonar por uma nova mulher, um sonho de ir para o oeste com ela e deixar sua vida criminosa para trás. O único problema: ele não tem os fundos de que precisa para tornar o sonho deles realidade. Assim, com a ajuda de seu parceiro Ronnie, Dutch deve navegar na perigosa subcultura de supervilões para sua grande pontuação final.
Aqui, os supervilões são retratados como a evolução natural do criminoso comum - uma expansão necessária para corresponder à presença todo-poderosa de super-heróis. Não demora muito para que Dutch e Ronnie questionem se devem ou não se atualizar para supervilões por uma chance de uma retirada mais considerável. E a partir dessa perspectiva no nível da rua, os nova-iorquinos veem os super-heróis e vilões como as duas faces da mesma moeda - malucos vestidos com cores variadas que fornecem entretenimento ou inconveniência para os residentes. Não há menção de qualquer necessidade ou bem sendo fornecido pelos heróis.
Tanto a Marvel quanto a DC exploraram a ideia de que os super-heróis não fornecem, na verdade, nenhuma mudança significativa e que suas presenças podem, na verdade, causar mais caos do que prevenir. A DC explorou esse conceito de maneira mais notável com livros como Watchmen e uma série de histórias proeminentes do BatmanA ideia de que Gotham não seria consistentemente aterrorizado por maníacos excêntricos como o Coringa se não fosse pela presença do Cavaleiro das Trevas torna-se uma posição convincente . E do lado da Marvel, a Guerra Civil confrontou os leitores com as implicações contundentes do vigilantismo. A mais recente edição da Marvels Snapshot é a última de uma longa série de histórias das duas grandes editoras que não têm medo de desconstruir o lado menos glamoroso de seus populares super-heróis.

segunda-feira, 16 de março de 2020

"Knock Me Out" vai entrar no ringue!

E Felipe Folgosi já está voltando com um novo projeto no Catarse. "Knock Me Out", mais novo projeto dele na plataforma de crowdfunding, será lançado no Catarse no dia 17 de maço de 2020 e trará um história de decisões, misturando um lutador divido entre dois amores: sua namorada e sua chance de se tornar um grande lutador.
Bem, por que estou escrevendo aqui se o Felipe sabe explicar melhor do que eu? Com vocês o release de "Knock Me Out".
Felipe Folgosi lança a campanha de sua nova HQ “Knock Me Out”, no Catarse.
São Paulo - No dia 17 de março, terça-feira, o ator e roteirista Felipe Folgosi lança a campanha da graphic novel “Knock Me Out”, no site de financiamento coletivo Catarse. “Knock Me Out” é a quinta obra na série de HQs do autor, iniciada em “Aurora”, lançado em 2015, seguida de “Comunhão” em 2017, “Um Outro Dia” em 2018 e por “Chaos” em 2019. Sobre a nova HQ, Felipe comenta “É a história de Tom Rocco, um lutador brasileiro de jiu-jitsu, que vai para os Estados Unidos em busca de seu próprio caminho. Além de ser um excelente lutador, Tom começou a fazer grafite ainda adolescente, e acabou desenvolvendo um estilo pessoal em obras incríveis, mas que ele deixa escondidas do mundo, para ninguém ver. Essas duas formas de expressão, a arte marcial e a plástica, são as válvulas de escape que ele tem para lidar com seus conflitos internos, principalmente a solidão. Mas como em toda boa história, Tom chega em uma encruzilhada. Ao mesmo tempo que recebe o convite para lutar no maior campeonato de MMA do mundo, conhece Natalie, uma médica que ilumina sua vida e acabam se apaixonando. Ao descobrir como é brutal e perigosa essa competição, Natalie pede que Tom se afaste desse universo violento e invista em seu talento como pintor. Agora Tom precisa decidir que caminho seguir para descobrir seu verdadeiro eu, se tornar o melhor lutador do mundo ou ficar com o amor de sua vida“. Felipe desenvolve uma história de ação surpreendente que mistura romance e questões filosóficas. “Tendo morado dois anos, estudando em Los Angeles, experimentei na pele como é se sentir estrangeiro. Procuro abordar na história esse fenômeno cada vez mais frequente de jovens que deixam o país, muitas vezes em busca de uma identidade. Porém se desvinculando de sua família, cultura e referências geográficas que compõem nossa memória afetiva, intensificando a sensação de não pertencimento comum nos dias de hoje”, relata.
Felipe diz que “Em tempos de rede sociais, nunca se esteve tão só, a ponto de o Reino Unido ter criado um Ministério da Solidão para enfrentar o problema. Esta é uma questão presente na HQ, mostrada por meio de Tom, mas também de Lorena, uma escritora afrodescendente, que encontrou na escrita um caminho para auto-realização e pessoal e financeira, mas que encontra dificuldade em sua vida amorosa, revelando que independentemente de raça, gênero e condição social, qualquer um pode se deparar com esse quadro que, segundo pesquisas faz tão mal quanto obesidade ou tabagismo.”
Voz própria
Outro tema abordado por Felipe é a aparente dicotomia entre as artes marciais e as artes plásticas. Felipe acredita que elas têm mais coisas em comum do que se imagina. “Durante toda infância pratiquei lutas e, ao mesmo tempo, era aficionado por cinema e quadrinhos”, conta o autor. “Grandes artistas conseguiram canalizar a violência de forma criativa e provaram que existe uma beleza estética nas artes marciais.
Procurei explorar essa tensão dialética em “Knock Me Out”, por meio das duas principais atividades de Tom, a arte marcial e a plástica, com as quais o personagem busca equilibrar ambas pulsões, criatividade e violência-, ao longo da história, e se integrar.”
Para Felipe, as semelhanças entre as artes não terminam no nome. Ambas são veículos de expressão estética, têm um processo de aprendizado parecido entre mestre e aprendiz, exigem coordenação motora e raciocínio espacial.
O autor conclui: “Não é por acaso que ao longo da história, a prática dessas artes não era só comum, mas obrigatória tanto para monges como para samurais. ” Felipe estudou cinema em São Paulo e fez especialização em roteiro na UCLA, Estados Unidos. Inicialmente desenvolveu o roteiro de “Knock Me Out” para o cinema, mas adaptou a trama para história em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico. A missão de ilustrar foi dada ao desenhista Henrique Pereira, arte-finalista Téo Pinheiro e ao colorista Vinicius Townsend. Felipe, enfatiza “Encontrei nesse time os parceiros que buscava há algum tempo, com a sensibilidade e talento que a obra pede. Estou muito satisfeito com o resultado e acredito que o público também ficará”. Após o encerramento da campanha e a produção da HQ concluída, haverá o coquetel de lançamento para imprensa e convidados, com a presença do autor.
Felipe Folgosi
Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde, revista da Avianca e na revista Licensing Brasil. Em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça "Um Outro Dia". Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie "Sex Appeal", na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela "Olho no Olho", onde era o protagonista Alef. Depois esteve em "Explode Coração", "Corpo Dourado", "Vidas Cruzadas", "Jamais te Esquecerei", "Começar de Novo", "Os Ricos Também Choram", "Prova de Amor", trilogia "Os Mutantes" e “A Terra Prometida” na Rede Record. Como apresentador, esteve no programa "Tá Ligado" da Fundação Roberto Marinho, em STV na Dança na TV Senac, em "Acredite Se Quiser" na Band. Mais recentemente participou do longametragem "A Grande Vitória" com Caio Castro e Sabrina Sato, da série "Politicamente Incorreto" com Danilo Gentilli, na FOX, da novela "Chiquititas" do SBT, do programa da GNT “Que MaravilhaAula de Cozinha”, do seriado “171-Negócio de Família” para o Universal Channel e atualmente está fazendo uma participação na novela “Aventuras de Poliana” no SBT. No teatro fez mais de dez peças, entre elas "Gato Vira-Lata", de Juca de Oliveira.
Em 2018, Felipe lançou o longa-documentário “Traço Livre”, que coproduziu e apresenta, sobre o cenário atual do quadrinho independente no Brasil. Em 2019, participou do longa “Eu Sou Brasileiro” de Alessandro Barros e em breve estará na cinebiografia de Celly Campelo “Um Broto Legal”, de Luiz Alberto Pereira. Lançou em 2015 sua primeira Graphic Novel, “Aurora”, que foi um sucesso de crítica e público, tendo sido indicada ao maior prêmio dos quadrinhos nacionais, o “HQMix”. Em 2017 lançou seu segundo projeto em quadrinhos, desta vez uma história de suspense e terror psicológico chamada “Comunhão”. Participou também das coletâneas “Visões de Guerra” e “Selva Gazeta Gráfica”. Em 2018, Felipe lançou seu curso online de composição narrativa chamado “Contador de Histórias” na plataforma cultural Savoá. Também participa da antologia “Narrativas do Medo Volume 2” com o conto “Non Plus Ultra”, lançou a Graphic Novel “Um Outro Dia” em 2018. Em 2019 continuação do Aurora chamada “CHAOS” e atualmente está produzindo “Knock Me Out” com lançamento previsto para novembro de 2020.

Henrique Pereira
Além de produzir materiais para editoras e agências de publicidade, trabalhou com quadrinhos institucionais, livros didáticos e paradidáticos, animação, character design para games, e ministrou aulas de desenho (estilo mangá) na cidade de Recife, Pernambuco. Ainda nos anos 90, produziu a 1ª edição da revista “Aprenda a Desenhar - Estilo Mangá”, em parceria com o artista Watson Portela. Atualmente, dedica-se a ilustrar para editores internacionais como artista freelancer e à frente do “Inkstand Studio” do qual é fundador.

Vinicius Townsend
Natural do Rio de Janeiro, graduado em Belas Artes pela UFRRJ. Trabalha como colorista a 8 anos, participando de publicações em editoras como IDW, Dynamite, entre outras. Atualmente dedica-se como freelancer em publicações no mercado independente nacional e internacional. Lançamento da campanha da graphic novel “Knock Me Out”, de Felipe Folgosi no Catarse.

Data: 17 de março, terça-feira
Roteiro, adaptação, layouts e produção: Felipe Folgosi
Desenho: Henrique Pereira.
Arte-Final: Téo Pinheiro
Cores: Vinicius Townsend
Preço: R$59,90
Quantidade de páginas: 136 de arte, 144 totais.
Endereço: www.catarse.me/kmo



Campanha Knock Me Out
from
Felipe Folgosi
on Vimeo.

sábado, 26 de outubro de 2019

"Como fazer amigos e enfrentar fantasmas" no Catarse

Constantemente venho falando sobre os projetos dos artistas brasileiros no Catarse. São vários projetos de quadrinhos independentes que contam com a ajuda do financiamento coletivo, dando vários brindes, além de adquirir quadrinhos com ótimas histórias e uma arte fantástica.
Eu tenho me tornado um persistente divulgador desses quadrinhos, pois sei que temos garantia de qualidade no que será recebido. Sendo assim, dois desses artistas que me tornei fã lançaram mais um projeto em conjunto no Catarse, são eles Eric Peleias e Gustavo Borges.
Peleias e Borges já realizaram um trabalho juntos, o belíssimo "Até o fim" e agora retornam com "Como fazer amigos e enfrentar fantasmas".
A história de "Como fazer amigos e enfrentar fantasmas" conta a história de duas crianças muito diferentes na forma de agir e interagir. Enquanto Olívia, que tem 8 anos, tem uma imaginação fértil e energia para dar e vender, além de cultivar o hábito de "caçar fantasmas", Leo, de 10 anos, prefere ficar na dele e jogar vídeo-game, sendo mais... cético. Filhos de pais separados, quando estes começam a namorar, deixam Olívia e Leo juntos e ambos aprenderam muito um com o outro.
"Como fazer amigos e enfrentar fantasmas" está no Catarse e você pode estar apoiando até o dia 05 de novembro de 2019 no link https://www.catarse.me/comofazeramigos.
Agora fiquem com um pouco mais desse projeto que promete!
Oi, 
Nós queremos contar para você um pouco sobre Como Fazer Amigos e Enfrentar Fantasmas, o novo projeto da dupla de Até o Fim.
Pensamos que o seu público pode se interessar pelo projeto.
Sinopse
Estamos na década de 1990, em cada casa há uma televisão ligada e a internet ainda é desconhecida.
Leo e Olívia não possuem muitas coisas em comum, mas ambos são filhos de pais separados. Eles são obrigados a passar um dia juntos, quando o pai dele e a mãe dela começam a namorar. Olívia tem 8 anos, é expansiva, cheia de imaginação e energia. Leo tem 10 anos, é introspectivo, sério e prefere passar o final de semana jogando videogame sozinho.
Levado contra sua vontade, o menino só quer se livrar de Olívia, que, diferentemente dele, está empolgadíssima. A menina só pensa em mostrar a ele seu fascinante hobby: investigar fenômenos sobrenaturais. Olívia acaba convencendo o “irmão temporário” a acompanhá-la em uma busca por fantasmas na região onde vive.
Um dia cheio de aventuras e descobertas pode mudar a vida de ambos e ajudar a definir a personalidade deles para o futuro? É possível preservar o senso de magia diante das decepções da vida? Ao mesmo tempo, é possível amadurecer sem perder o otimismo da infância?
Esta é uma história sobre os fantasmas que nos definem na infância e quais significados diferentes um “fantasma” pode ter. É também uma história sobre memórias, família, amizade, diferenças, semelhanças e, principalmente, sobre o amadurecimento.



Período da campanha: 16 de setembro até 5 de novembro de 2019
Lançamento previsto para dezembro de 2019
www.catarse.me/comofazeramigos

Anexamos aqui as primeiras páginas e algumas imagens (arte do Gustavo e texto do Eric). Acreditamos muito no potencial desta história. Esperamos que você e seu público se empolguem tanto quanto a gente.





Leo

Um menino introspectivo de 10 anos de idade. Ele está mais do que acostumado a passar horas se divertindo sozinho, assistindo televisão, jogando videogame ou lendo histórias em quadrinhos. Tem orgulho em saber a programação de seu canal de televisão favorito (e é até capaz de se orientar no tempo ao ver o que está passando na televisão. Está cansado de precisar conviver com os filhos das namoradas que seu pai arruma. Porém, já está acostumado com essa situação, pois seu pai costuma trocar de namorada quase tantas vezes quanto troca de sapatos.

Olívia 

Ela tem 8 anos de idade, é inteligente, tem muita imaginação e energia. Olívia gosta de ler e pesquisar sobre ficção e assuntos ligados ao sobrenatural. Fundou, junto com seu pai, um clube para investigar e catalogar fenômenos na região onde vive. É capaz de passar horas estudando e anotando em seu diário todas as descobertas, pois pretende escrever um livro sobre o assunto. Ela recebe seu novo “irmão” com muita alegria e acredita que ele será seu companheiro de aventuras.

Samuel

É o pai de Leo. Tem 39 anos e trabalha como vendedor, por isso tem horários de trabalho flexíveis. Sonhador e romântico, sempre acredita que a próxima namorada será a definitiva. Apesar de estar fisicamente próximo, ao longo do tempo ele se distanciou emocionalmente do filho. Agora, já não sabe mais como conversar com o menino.




Maya

É a mãe de Olívia. Trabalha como consultora de produtos de beleza e é adepta a dietas macrobióticas. Ligada aos assuntos místicos, se identifica com o movimento new ageAcredita no poder dos cristais e em gnomos.
Gosta do Samuel porque ele a faz rir.




A campanha está no ar em www.catarse.me/comofazeramigos para ver o que preparamos para você, como o projeto, as artes, o vídeo e descubra as modalidades de recompensas disponíveis para apoiadores.
Gustavo Borges é o autor de Até o Fim, PétalasCebolinha – RecuperaçãoMorte Crens e Escolhas, entre outros.
Eric Peleias é o autor de Até o Fim, Últimos Deuses, Ima - Sempre em Frente, Olhos Insanos, entre outros.

Estamos muito empolgados em poder contar essa história.
Como sempre, tudo começa com VOCÊ e com o SEU apoio.
Muito obrigado por acreditar em nós e seja bem-vindo à Sociedade dos Investigadores do Sobrenatural.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

RESENHA HQ: Últimos Deuses

ÚLTIMOS DEUSES

Roteiro: Eric Peleias
Arte: Hiro Kawahara
Ano: 2018
Pág.: 100

Sol é uma pilota de aviões que ama o que faz. Após sofrer um trágico acidente de avião, ela encontra a Yggdrasil e, dentro dela, residem os deuses esquecidos pela humanidade, sucumbindo aos tempos. O que Sol não sabe é que uma batalha está por vim e ela será crucial para o desfecho desta.
Antes de qualquer coisa, preciso dizer que “Últimos Deuses” é mais uma daquelas histórias que conseguiu ficar pronta graças ao apoio no Catarse, um site de Apoio Coletivo onde nós podemos ajudar artistas independentes a desenvolver suas histórias e ainda ganhar brindes.
“Últimos Deuses” traz a seguinte premissa: “Para quem os deuses oram?”
Na Antiguidade, as civilizações em formação acreditavam que cada força da natureza, corpos celestes e elementos como a terra, o fogo, o ar e a água eram deuses. Seres sobrenaturais extremamente poderosos, capazes de interferir em nossas vidas da forma que pedíssemos ou que eles desejassem.
Esses deuses amavam, odiavam, eram ambiciosos, ardorosos, como nós, suas criações, mas com dons divinos. Quando cada civilização se formou, tomou um rumo para suas crenças. Enquanto povos do mediterrâneo acreditavam em deuses vivendo em montes deslumbrosos, observando a humanidade abaixo, os povos do extremo norte criam que os deuses viviam em um enorme palácio de ouro, no final do arco-íris (Bifrost), guerreando e guardando a humanidade.
No norte da África, os povos acreditavam que os deuses geravam castas de reis magníficos que governariam a humanidade.
As assimilações dessas crenças foram desenvolvidas no passar dos tempos, mas quando a religião monoteísta ganhou força, essas antigas crenças perderam lugar ou desapareceram. Algumas crenças terminaram assimiladas pela religião monoteísta, pois somente assim para conquistar os povos que precisavam ser convertidos, mas seus deuses não tinham mais lugar nesse mundo monoteico.
Mas ainda a resistência, pois pessoas trazem de volta, constantemente, essas antigas religiões, sejam em livros, filmes ou mesmo nas crenças.
Em 2001, o escritor Neil Gaiman escreveu o livro “Deuses Americanos”, onde os antigos deuses entram em conflito com os deuses modernos, tendo como principal protagonista Odin, Sr. Mundo e o humano Shadow. No romance, são mostrados vários deuses vivendo entre os estadunidenses, pois haviam sido levados pelos imigrantes para essa Nova Terra.
Eric Peleias e Hiro Kawahara seguem por outro caminho, não tendo nada semelhante como o escritor Neil Gaiman.
Para Peleias e Kawahara, os deuses não abandonaram suas regiões, mas sim foram abandonados pela humanidade quando ocorreu a assimilação. Odin buscou uni-los contra um mal que tentava conquista-los com promessas vazias.
Yggdrasil serviu como base desses deuses e, durante a batalha contra esse mal, vários deuses sucumbiram. Aqueles que sobreviveram, tentaram se unir a humanidade, mesmo que seus dons perdurassem suas vidas. Alguns perderam seus dons com o passar do tempo, outros perderam um pouco mais ou ganharam o mal que existe no meio de nós. Quando Sol surge entre esses deuses, ela vê o que a decadência, a descrença fez com os deuses. O problema é que alguns não aguentam mais e desejam que as promessas do passado se tornem verdades em seu futuro, nem que para isso precisem trair seus antigos aliados.
“Últimos Deuses” é um resgate, no meu entender. Um resgate de crenças perdidas e deuses esquecidos. Um resgate na pluralidade das crenças. Um resgate de um mundo laico, onde os deuses esquecidos precisam ser relembrados e resgatados, pois o mundo precisa dessa força para continuar.
Como Rá diz: “Pode não acreditar, mas Rá, ‘o Deus Sol, já foi adorado por milhões. Nossa força vem da adoração humana e a humanidade... digamos que vocês já viveram dias melhores”.
Caso desejem adquirir “Últimos Deuses”, acessem: https://amzn.to/31ZJ0yS

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Capitão Miolo-Mole no Catarse

Eu conheci o Capitão Miolo-Mole no Instagram e, logo de cara, gostei do personagem. Ele é meio atrapalhado, desastrado, mas bem intencionado, então decidi seguir seu perfil.
Recentemente James Lee, o criador do personagem, decidiu contar a origem do Capitão Miolo-Mole em uma história em quadrinhos, e lançou um projeto no Catarse para transformar esse projeto em uma realidade.
Para quem não conhece o Catarse, ele é um site de crowdfunding, ou melhor, financiamento coletivo. Você acessa o site, se cadastra e através de doações você participa do apoio às revistas e pode ganhar brindes com isso. Vários artistas independentes brasileiros, por falta de uma lei de incentivo voltada para o mundo dos quadrinhos brasileiros, lançam seus projetos no Catarse. Os projetos conseguem se tornar realidade graças aos seus apoiadores.
A ideia de James Lee de fazer uma história em quadrinhos do Capitão Miolo-Mole é maravilhosa e um momento muito bom, onde vemos uma proliferação de quadrinhos independentes brasileiros sendo desenvolvidos através do Catarse, principalmente.
Então conheçam o projeto e apoiem, pois o Capitão-Mole vai a pena!
Para apoiar, acessem: https://www.catarse.me/capitao_miolo_mole_762a

A HQ do Capitão MIOLO-MOLE é a realização de um sonho de infância...
O embrião desse projeto surgiu quando eu tinha apenas 12 anos. O ano era 1996 e eu, apaixonado por super-heróis, desenhos animados e histórias em quadrinhos, sonhava em um dia criar meu próprio personagem. E pensei: porque não criar um herói que fosse uma mistura de tudo isso? Uma paródia dos outros super-heróis poderosos? Sei que essa não é uma ideia 100% original... Mas foi assim que nasceu o Capitão MIOLO-MOLE!
A princípio ele seria um personagem sem o estereótipo dos heróis superpoderosos e musculosos. Ele seria um magricela desajeitado, uma representação brincalhona destes seres extraordinários vestidos em roupas coloridas. Eu acreditava no potencial do personagem. Seu nome, suas cores, seu carisma... Mas as minhas convicções começaram a ser frustradas quando algumas pessoas começaram a rir do personagem não por se tratar de ele ser engraçado, mas por achar que ele era ridículo. Chateado, coloquei o Capitão MIOLO-MOLE na “geladeira”...
Dez anos se passaram, mas não houve um dia sequer que eu não pensasse nele! Era mais forte que eu! Então, continuei desenvolvendo o personagem. Após algumas reformulações, o herói foi ganhando novas formas e depois de algumas observações de um grande amigo quadrinista, o Capitão MIOLO-MOLE se transformou numa caricatura dos heróis clássicos!
A maioria dos heróis americanos tem suas origens baseadas em fórmulas científicas, mutações genéticas, explorações espaciais ou invasões alienígenas! Todas essas ideias malucas fervilhavam na minha cabeça, e comecei a escrever. Mas, por causa do trabalho, faculdade entre outras coisas, demorou alguns anos para eu chegar a uma primeira história.
Depois de criar uma página no Facebook e divulgar alguns quadrinhos do Capitão MIOLO-MOLE, eu ainda não me sentia preparado o bastante. Então, fiz alguns workshops de quadrinhos que me ajudaram, me dando a confiança necessária para começar essa empreitada.
Já estava mais do que na hora de tirar essa HQ da gaveta. E para viabilizar a impressão, nada melhor do que contar com o seu apoio através do financiamento coletivo aqui pelo Catarse!
Agora, depois de 23 anos desde a sua criação, apresento a vocês a HQ do Capitão MIOLO-MOLE! Que vai contar a origem do personagem e suas desventuras!

Albert Saymon é um jovem cientista estagiário que trabalha no laboratório JUMBUS e é acidentalmente infectado pelo soro MetaGenius enquanto desenvolvia o experimento científico. Ele é escolhido por alienígenas para ser o guardião de uma relíquia mística marciana chamada Maadimgord, o Coração de Marte. Ao acionar esse dispositivo, ele é instantaneamente transformado em um super-herói com poderes extraordinários. Mas um defeito causado pelo soro contido em seu cérebro também é acionado.
Tornando ele um herói indolente, atrapalhado e desastrado. O Capitão MIOLO-MOLE deve manter a cidade de Metroit City a salvo de supervilões, como o Dr. Hospício, também conhecido como William Westcox, um cientista, inventor e uma das pessoas mais inteligentes do mundo. Proprietário de uma corporação chamada WestCorp, ele roubou a fórmula MetaGenius de Albert Saymon para usar em benefício próprio, mas perdeu a sanidade.

Existem várias opções de contribuição, todas com recompensas exclusivas, incluindo prints em tamanho A3 que só estarão disponíveis pelo Catarse.

*Todas incluem o o nome na seção de Agradecimentos Especiais

*As recompensas são acumulativas: é possível fazer um apoio no valor de R$ 25 e depois realizar um novo apoio no valor de R$ 50, fazendo um upgrade para o pacote de recompensas no valor de R$ 75. Veja qual pacote de Recompensas cabe no seu bolso, CONTRIBUA para garantir seu exemplar da HQ e não se esqueça de AJUDAR A DIVULGAR este projeto para todos os seus amigos em busca de todas as nossas metas estendidas!

Abrimos todas as METAS ESTENDIDAS para que possam nos ajudar a alcançá-las até o final da campanha.

Cada meta que alcançarmos abrirá novas possibilidades para ampliar o material a ser publicado, garantindo uma experiência maior, incrementando o valor arrecadado no Catarse e melhorando o projeto, beneficiando você apoiador, a custo zero. Por isso é importante divulgar nas suas REDES SOCIAIS.

R$ 13.000 - META INICIAL

R$ 15.000 - IMPRESSÃO DE NOVAS ARTES EM TAMANHO A4 - PARA TODOS OS COLABORADORES

R$ 20.000 - SÉRIE COMPLETA DE 5 PÔSTERES EM TAMANHO A3 (29,7cm X 42cm) - PARA DOAÇÕES ACIMA DE R$ 100,00!

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segunda-feira, 15 de julho de 2019

RESENHA HQ: LJA/SJA: Vícios e Virtudes (DC Comics Coleção de Graphic Novels Volume 64)


LJA/SJA: VÍCIOS E VIRTUDES (DC Comics Coleção de Graphic Novels Volume 64)

Roteiro: David S. Goyer, Geoff Johns
Desenhos: Carlos Pacheco
Arte-final: Jesús Meriño
Título original: JLA/JSA: Virtue and Vice

Dia de Ação de Graças. A Liga da Justiça e a Sociedade da Justiça decidem fazer seu primeiro grande encontro, desde que a SJA se reestruturou e voltou a atuar como um grupo de super-heróis. Inspiradores para a criação da LJA, a Sociedade é um grupo formado por antigos super-heróis que tiveram seus legados seguidos por outros grandes heróis.
Admirando à Terra, Lanterna Verde/Alan Scott se junta ao Superman quando um chamado de emergência surge, referente a um ataque a uma conferência na África onde se encontra o presidente dos Estados Unidos, Lex Luthor.
Após um conflito curto contra o novo deus Bedlam, os dois grupos de super-heróis se reúnem na Mansão da SJA, onde acontecimentos estranhos se iniciam e Batman, Sr. Incrível, Shazam, Poderosa, Lanterna Verde/Kyle Rayner, Senhor Destino e Homem-Borracha se voltam contra os membros da Liga da Justiça e da Sociedade da Justiça, levando alguns a Torre do Destino e outros ao Limbo. J’onn J’onzz, antes de entrar em colapso, informa que tudo tem a ver com Lex Luthor, então os membros restantes, se unindo aos membros reservas da LJA, decidem resolver esse caso, que vai além da compreensão – até mesmo – de Zatanna. Quem está por trás desses ataques? Luthor? Os problemas se agravarão antes mesmo de ser descoberto.
“LJA/SJA: Vícios e Virtudes” é o primeiro encontro dos grupos de super-heróis desde Crise nas Infinitas Terras, como ocorria antigamente.
Os encontros se tornaram algo corriqueiro entre a Liga e a Sociedade, trazendo sempre aventuras que eles terminavam enfrentando os vilões de ambas as Terras – a LJA era da Terra-1 e a SJA era da Terra-2 – ou de outras Terras do Multiverso DC. Quando a Crise transformou o Multiverso em um único universo, a Sociedade ficou desativada até Zero Hora, quando ela ressurge em uma explicação muito simples: Eles estavam no Limbo enfrentando o Ragnarok, o Crepúsculo dos deuses, até serem trazidos de volta, onde alguns terminaram envelhecendo de forma gradativa ou morrendo.
A história trabalha bem o lado místico do Universo DC. Escrita por David S. Goyer – co-roteirista da trilogia “Cavaleiro das Trevas” – e Geoff Johns – na época, era o roteirista da revista da Sociedade da Justiça –, a história embarca em um enfrentamento onde os dois grupos encaram vilões de ambos, como no passado, mas levando em conta o lado do sobrenatural. Então vemos problemas sérios, principalmente, para o Superman. Um dos pontos legais é ver como os mais jovens que embarcaram na SJA como membros efetivos aprendem mais sobre a ação. Outro ponto maravilhoso é ver a intercalação dos grupos através da Canário Negro, pois Dinah é membro reserva de ambos – fundadora da LJA pós-Crise nas Infinitas Terras – e, dessa forma, assume a liderança.
Em minha humilde opinião, uma das melhores histórias escritas na época em que foi lançada no Brasil, pela Panini em 2003. A parceria de Goyer e Johns funciona de forma exímia usando com precisão os personagens da LJA e da SJA.
Uma das coisas que sempre gosto de ressaltar é que, nessa história, eles usam os coadjuvantes de forma primaz, tornando-os, por vezes, centrais mais importantes do que a clássica Trindade DC ou qualquer outro personagem principal.
“LJA/SJA: Vícios e Virtudes” é memorável e estabelece o recomeço desses encontros memoráveis dos maiores grupos de super-heróis da DC Comics.
Na edição 66, a Eaglemoss lança “Batman: A Luva Negra”, história escrita por Grant Morrison para a publicação regular de Batman, onde o Homem-Morcego reencontra os membros do Clube dos Heróis e descobre que uma organização poderosa está por trás de acontecimentos que ocorrem com o grupo. Nessa história, Morrison iniciou a série “Batman: Descanse em Paz”.
A Coleção DC Comics de Graphic Novels da Eaglemoss pode ser adquirida em bancas e lojas especializadas. Ela também pode ser encontrada na loja virtual da Eaglemoss Collections Brasil, principalmente para aqueles que desejam completar sua coleção. No site da Eaglemoss Brasil você também pode fazer assinaturas da coleção, ganhando brindes bem especiais.