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sexta-feira, 23 de julho de 2021
Tarzan: Um apêndice
Apêndice é uma parte pertencente a outra maior e que a completa, e é desta forma que vejo esse vídeo sobre o Senhor dos Macacos, Tarzan.Surgindo em 1912 pelas mãos de Edgar Rice Burroughs, Tarzan dos Macacos iniciou nos pulps para ganhar o mundo. Cinema, Rádio, Animações, Quadrinhos, seriados, o sucesso do personagem na cultura pop é maravilhoso! Conheça um pouco deste sucesso neste vídeo. Caso deseje conhecer mais sobre Tarzan, adquira: - Tarzan: A origem do Homem-Macaco e outras histórias = https://amzn.to/3b32IRj - Tarzan: O Homem-Leão e outras histórias = https://amzn.to/3dLdCga - Tarzan: Edição Comentada e Ilustrada = https://amzn.to/2O9vV3F - Tarzan = https://amzn.to/3qU5VrH
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UEDC: Um universo controverso
Você pode amar ou você pode odiar, mas não pode negar que o Universo Expandido DC - ou UEDC - existe tem se esticado, aos trancos e barrancos. Com a estreia em 18 de março de Liga da Justiça de Zack Snyder no HBO Max (distribuído no Brasil por serviço on demand) e os anúncios que ocorreram durante o DC Fandom, e claro que o UEDC tem muito o que nos mostrar, doa a quem doer!
Caso ainda não conheçam o Universo Expandido DC e queiram assistir aos sete filmes iniciais (sem "Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa" e "Mulher-Maravilha 1984"): https://amzn.to/3sPFUdB Você também pode adquirir "Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa": https://amzn.to/3e9AdmI
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sábado, 29 de junho de 2019
RESENHA FILMES: Shaft (2019)
SHAFT (2019)
Direção: Tim Story
Roteiro: Kenya Barris, Alex Barnow
Elenco: Samuel L. Jackson, Jessie T. Usher, Richard Roundtree,
Regina Hall, Alexandra Shipp, Method Man, Titus Welliver, Isaach De Bankolé, Avan
Jogia, Luna Lauren Velez
Em 1989, John Shaft (Samuel L. Jackson) sofre um atentado a
sua vida, causado por Pierro “Gordito” Carrera (Isaach De Bankolé). E seu carro
estavam sua parceira, Maya Barbanikos (Regina Hall) e seu filho, ainda pequeno.
JJ Shaft (Jessie T. Usher) cresceu com a ausência do pai –
que não esquecia seu aniversário, mas sempre mandava presentes... inadequados –
e se tornou um programador do FBI. Além de sua mãe, JJ também podia contar com
seus melhores amigos, Karim (Avan Jogia) – que o ajudou na infância – e Sasha
(Alexandra Shipp) – por quem ele tem uma queda. Quando Karim aparece morto
devido a uma overdose, ele e Sasha desconfiam, mas devido a inexperiência com
casos de drogas e gangues do Harlem, em Nova York, JJ recorre ao seu pai para ajuda-lo,
iniciando uma parceria inesperada. E, quando as coisas apertam, os dois
recorrem ao Shaft original (Richard Roundtree) para encarar essa ameaça.
Em 2000, a Paramount Pictures lançou um remake de Shaft,
estrelado por Samuel L. Jakcson. O filme teve uma bilheteria razoável (US$
70.334.258, com classificação de 33ª melhor bilheteria, de acordo com o Box
Office Mojo) e críticas elevadas (67% de acordo com o Rotten Tomatoes), mas o
problemas foram as críticas contra – nunca vou entender isso, sinceramente e,
por isso que digo que não crítico, pois eles são chato demais. O filme não era
um reboot, pois trazia uma continuidade, com o atual Shaft – tipo –
substituindo o antigo, que já estava velho. Era divertido, eletrizante e uma
fantástica homenagem à Era Blaxploitation.
Blaxploitation era um termo usado na década de 1970 para
filmes que surgiam tendo afro-americanos como os heróis das histórias. O
movimento surgiu com o filme “Sweet Sweetback’s Badasssss Song”, de Melvin Van
Peebles, que estreou em Nova York em 23 de abril de 1971. Com isso, vários
outros surgem na sequência, entre eles o filme “Shaft”, de 02 de julho de 1971.
No filme, John Shaft – interpretado por Richard Roundtree – é
um detetive particular negro que tem de encontrar a filha sequestrada de um
chefão do submundo. O filme tinha uma ação extrema e dava destaque a um homem
negro como principal protagonista. Foi um grande sucesso.
Roundtree viria a viver Shaft em mais dois filmes – “O
Grande Golpe de Shaft” (1972) e “Shaft na África” (1973) – até ganhar sua
própria série televisiva, que estreou na CBS e teve somente sete episódios.
Shaft nunca foi um cara comum. Não era muito fã da lei, tratava
as mulheres com um machismo inerente da época, mas sem levantar um dedo contra
elas. Tratava marginal de forma violenta e, às vezes, extrema. Quando foi para
a televisão, muito do charme dos filmes desapareceu, pois certas ações não eram
bem-vindas na TV e, talvez por isso a curta duração.
Quando o filme de 2000 foi lançado, a época era diferente,
mas trazia um clima próximo dos filmes da década de 1970, tanto que o próprio
Roundtree fez uma participação. Lógico, poucos compreendiam – e compreendem – o
movimento Blaxploitation e sua representatividade. Ele fez algo pelos atores e
atrizes afro-americanos que não se fazia muito na época, lhes deu destaque.
Em 2003, o produtor Mario Van Peebles decide mostrar a todos
mais sobre o movimento no filme “O Retorno de Sweetback”.
Quase um filme-documentário, “O Retorno de Sweetback” mostra
toda a luta e dificuldades que o pai de Mario Van Peebles teve para lançar seu
filme e, quando descobriram sobre o que era, o grande sucesso que alcançou. Van
Peebles escreveu o roteiro, produziu, dirigiu e estrelou o filme, de forma bem
semelhante ao que seu pai fizera na época. Dessa forma, as pessoas começavam a
ter uma ideia desse movimento... mas já era tarde demais para um continuação de
Shaft, pois não interessava mais. Então a Warner Bros. Pictures e a Netflix se
juntaram e decidiram fazer mais uma continuação. Com o mesmo título de seus
antecessores, eles lançam o novo “Shaft” na plataforma de streaming da Netflix.
O novo “Shaft” tem direção de Tim Story e toma um rumo um
pouco diferente, dando um tom mais humorístico ao filme e com uma violência
mais moderada. E, na minha humilde opinião, não perde o charme. Temos ali um
pouco do Shaft de Roundtree, bastante do Shaft de Samuel L. Jackson e um Shaft “Nutella”
do ator Jessie T. Usher.
Por que “Nutella”? Ele não é o valentão, o “cara que pega
todas”, aquele que “atira antes e pergunta depois” dos seus antecessores. JJ
Shaft não gosta de armas, é geek, tem dificuldades para se expressar com
mulheres, não aguenta uma balada e prefere perguntar ao invés de erguer a arma.
Ele é totalmente contrário a seus antecessores... por isso “Nutella”.
Mas, o que poderia ser considerado como defeitos, terminam
se tornando qualidades e, com o desenvolver do filme, ele vai evoluindo, mas
sem se tornar igual aos seus antecessores, nos dando um tipo diferente de
Shaft.
Já vi críticas totalmente negativas ao novo filme –
aprendam, não se deixem influenciar por críticas, criem suas próprias – e o
filme não foi tão bem nos Estados Unidos – a crítica pegou pesado –, mas isso
não muda o fato do filme ser bem interessante. Roundtree, em entrevista para o
Collider disse que só precisou de um telefonema para entrar nesse projeto, pois
falaram que Samuel L. Jackson estaria. Isso já fala por si mesmo.
Se você não gosta da forma como Shaft age, eu posso
respeitar sua posição e opinião, mas que ele representa uma época, um movimento
de inclusão ao qual negros poderiam ser os protagonistas, sem serem retratados como
escravos, presos ou mesmo empregados, isso é um fato.
“Shaft” está em cartaz na Netflix e se você gosta de ação light
com Samuel L. Jackson estrelando, fique a vontade para assistir.
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segunda-feira, 24 de junho de 2019
RESENHA FILMES: Brightburn – Filho das Trevas (Brightburn, 2019)
BRIGHTBURN – FILHO DAS TREVAS (Brightburn, 2019)
Direção: David Yarovesky
Roteiro: Mark Gunn, Brian Gunn
Elenco: Elizabeth Banks, David Denman, Jackson A. Dunn, Meredith
Hagner, Matt Jones, Emmie Hunter, Becky Wahlstrom, Gregory Alan Williams,
Abraham Clinkscales
Um casal de fazendeiros, no interior do Kansas, visualiza a
queda de um objeto e, dentro deste, está uma criança que eles criam como se
fosse dele. Quando o jovem completa 12 anos, descobre que possui poderes
incríveis como poder de voo, visão de calor, super-força e invulnerabilidade.
Então, com isso, ele descobre a nave que chegou à Terra e descobre seu principal
objetivo: A dominação do mundo!
O começo lembra muito o maior dos clássicos de super-heróis,
mas tudo muda nesse filme escrito pelos irmãos de James Gunn – que, por sinal,
ele produz. O casal, Tori Breyer (Elizabeth Bannks) e Kyle Breyer (David Denman),
vive em Brightburn, no interior do Kansas. Eles criam o menino Brandon Breyer (Jackson
A. Dunn) da melhor forma possível, mas o destino do garoto já está determinado
e será totalmente definido no desenrolar do filme.
Eu fiquei vendo esse filme e pensando: “é algo como: Como
seria se Zod tivesse mandado seu filho para a Terra?”, e você percebe que seria
algo totalmente sinistro e macabro. “Brightburn – Filho das Trevas” – essa extensão
ao título é bem significativa – nos mostra uma versão bem aterrorizante de como
seria se tudo fosse destinado a outro caminho.
Tá, eu sei que soltei alguns spoilers com minha narração,
mas o filme precisa ser visto de qualquer forma, pois somente assim para
entender todo o caminho que Brandon tomará e todas as tentativas de sua mãe,
sempre fiel ao seu filho, para que ele tome um caminho inverso.
O título faz uma ligação direta ao símbolo constantemente
usado pelo jovem Brandon. Mas, na verdade, vem do nome dele: Brandon Breyer. E,
se pensarmos bem – na tradução do título, que significa “queimadura” (em uma
tradução livre) – percebe-se que o título e o nome da cidade têm muito a ver
com o enredo em si.
Que os Gunn gostam de uma ficção científica, isso é claro.
Principalmente James Gunn, que já desenvolveu “Super”, dois filmes de “Os
Guardiões da Galáxia” e está trabalhando com o segundo filme “Esquadrão Suicida”.
A linha do “super-herói” é uma abordagem normal para eles, mas esse thriller é
algo bem novo. A taxa de gore do filme é alta e o torna ainda mais
atemorizante e aterrorizante. Fica o destaque para o jovem Jackson A. Dunn, que
interpreta Brandon Breyer. Ele está muito bem no papel do jovem de superpoderes.
“Brightburn – Filho das Trevas” surpreende e mostra como as
coisas poderiam ser diferentes caso o clássico fosse um terror massacrante.
terça-feira, 14 de maio de 2019
RESENHA FILMES: De Volta a Batcaverna: As Desventuras de Adam e Burt (Return to the Batcave: The Misadventures of Adam and Burt, 2003)
DE VOLTA A
BATCAVERNA: AS DESVENTURAS DE ADAM E BURT (Return to the Batcave: The
Misadventures of Adam and Burt, 2003)
Direção: Paul A. Kaufman
Roteiro: Duane Poole
Elenco: Adam West, Burt Ward, Jack Brewer, Jason Marsden,
Lyle Wagonner, Lee Meriwether, Frank Gorshin, Julie Newmar, Brett Rickaby,
Curtis Armstrong, Jim Jansen, Julia Rose, Erin Carufel, Quinn K. Redeker, Tony
Tanner, Bud Watson, Ray Buktenica.
Adam West e Burt Ward recebem um convite para ir a um evento
beneficiente, onde o Batmóvel clássico da série de 1966 será exposto. Mal sabem
eles que isso é um plano diabólico para o roubo do Batmóvel. Agora, eles se
unem mais uma vez para descobrir quem é o grande malfeitor, o maquiavélico
vilão por trás desse roubo terrível e, para isso, precisaram fazer um resgate
do passado quando Adam West (Jack Brewer) conhece Burt Ward (Jason Marsden).
Sua seleção pelas mãos de William Dozier (Jim Jansen). Seus encontros com Frank
Gorshin (Brett Rickaby), o Charada, Julie Newmar (Julia Rose), a Mulher-Gato,
Vincent Price (Quinn K. Redeker), o Cabeça-de-Ovo, Burgess Meredith (Tony
Tanner), o Pinguim e Cesar Romero (Bud Watson), o Coringa.
Acompanhem esse emocionante e nostálgico filme, viajando
pelos bastidores da série Batman e seu filme, lançado em 1966.
Assim, é bem isso esse filme lançado para a TV em 2003, com
direção de Paul A. Kaufman, um resgate do passado, trazendo a tona os
bastidores da série que gerou a primeira Batmania mundial.
“De Volta a Batcaverna: (...)” traz ao nosso conhecimento
acontecimento que para muitos eram desconhecidos. Como todas as cenas que Burt
Ward precisava fazer, sem uso de dublê – seu dublê ficava desfrutando da
companhia de Adam West. O descompromisso de Adam West com o roteiro da série. A
disputa de Adam e Burt por espaço em cena, e como Dozier resolveu isso. Como ambos
souberam explorar a fama e o sucesso da série e seus memoráveis encontros com
as gradiosissimas participações especiais de Cesar Romero, Burgess Meredith,
Julie Newmar e Vincent Price – cuja cena é uma das melhores. Todos os eventos e
acontecimentos são relatos conhecidos de Adam West (1928-2017) e Burt Ward.
Este chegou até a escrever um livro, relatando todos os bastidores em “Boy
Wonder: My Life in Tights (algo como “Menino Prodígio: Minha Vida em Calças
Curtas”), onde ele fala do problema do “volume” em sua sunga.
É extremamente divertido e nostálgico assistir “De Volta a
Batcaverna: (...)”, fazendo perceber que a série Batman, que durou de 1966 a
1968, tendo um filme lançado em 30 de julho de 1966, é algo que deve ser sempre
lembrado e cultuado, mesmo que seja Camp[1],
conceito defendido arduamente por Sontag Susan em seu trabalho de 1964, “Notes
on ‘Camp’”
[1] “O
camp é comumente relacionado ao
exagero, à afetação, a uma estética especial que ironiza e ridiculariza o que é
dominante”.
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RESENHA FILMES: O Último Guerreiro da Estrelas (The Last Starfighter, 1984)
O ÚLTIMO GUERREIRO DA
ESTRELAS (The Last Starfighter, 1984).
Direção: Nick Castle
Roteiro: Jonathan R. Betuel
Elenco: Lance Guest, Robert Preston, Dan O’Herlihy,
Catherine Mary Stewart, Chris Hebert, Barbara Bosson, Kay E. Kuter, Norman
Snow, Dan Mason
Alex Rogan (Lance Guest) é um jovem que vive com sua mãe
(Barbara Bosson) e seu irmão (Chris Hebert) em um parque de trailers. Ele é um
faz-tudo e divide esse tempo com sua namorada, Maggie (Catherine Mary Stewart)
e o jogo de vídeo-game da lanchonete do local. Quando Alex bate o recorde da
jogo chamado “Starfighter”, ele recebe a visita de Centauri (Robert Preston),
um falastrão que termina recrutando-o sem querer. Então ele leva Alex até a
Liga Estelar localizada em Rylos, liderada por Enduran (Kay E. Kuter). Lá, Alex
conhece o piloto Grig (Dan O’Herlihy) e descobre que aquilo não é para ele.
Quando decide voltar para a Terra com Ceutari, a Liga Estelar de Rylos é atacada,
matando todos os guerreiros estelares e destruindo as naves Gunstars, sobrando
somente uma.
Após ser atacado na Terra, Alex decide retornar e termina,
muito contra a vontade, se tornando o último dos guerreiros estelares e precisará,
junto com Grig, encarar uma tropa do império Ko-Dan, liderados por Xur (Norman
Snow).
“O Último Guerreiro das Estrelas” é um daqueles filmes que
se for revisitado, as pessoas, nos dias de hoje, encontraram vários defeitos de
CGI e efeitos especiais, mas foi um dos grandes pioneiros em meados da década
de 1980.
Junto com “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”, de 1982, “O Último
Guerreiro das Estrelas” trouxe elementos para o cinema nunca vistos antes, pois,
para levar o telespectador ao espaço – ao contrário de dos filmes de “Star Wars”
e “Star Trek” –, usou tecnologia de computação gráfica para gerar as naves,
bases espaciais, planetas e luas que aparecem no filme. Revolucionou!
A história, até os dias de hoje, é interessante, pois é um
jovem, no meio do nada, jogando um arcade e se tornando um defensor espacial,
lutando contra frotas de naves estelares. “O Último Guerreiro das Estrelas” nutriu
a mente de vários jovens na época.
A Atari foi uma das produtoras do filme, então um jogo com
base no filme chegou logo aos consoles caseiros e aos fliperamas. Logo também chegou aos quadrinhos em uma adaptação de quatro partes na Marvel Comics, sendo escrito por Bill Mantlo e desenhado por Tony Salmons
Em abril de 2018, o roteirista Gary Whitta (Rogue One: Uma História
de Star Wars) lançou em seu Twitter imagens conceituais de naves e cenas que
levariam a crer que ele e Jonathan Betuel (roteirista do filme original e
detentor de parte dos direitos sobre o filme de 1984) estariam planejando
refazer esse clássico.
Okay, probably shouldn’t show you this so early but here’s a little something I’ve been tinkering on with my co-writer Jonathan Betuel. You might recognize the ships. Thanks to the amazing Matt Allsopp (lead concept artist on ROGUE ONE) for creating these images for us. pic.twitter.com/CIobLYYRHk— Gary Whitta (@garywhitta) April 4, 2018
Ele escreveu: “Ok, provavelmente não deveria mostrar isso
tão cedo, mas aqui está uma pequena coisa que eu tenho mexido com meu
co-roteirista Jonathan Betuel. Você pode reconhecer as naves. Graças ao
incrível Matt Allsopp (artista conceitual de ROGUE ONE), que criou essas
incríveis imagens para nós”.
Revisitar esse filme maravilhoso e memorável seria uma boa
pedida nessa nova onda de ficção científica em filmes 3D. Seria ótimo viajar
novamente com Alex e encarar o império Ko-Dan, com efeitos especiais mais
modernos, mas a nostalgia de ver “O Último Guerreiro das Estrelas”, com todos
os seus “defeitos” especiais, torna a aventura ainda mais relevante, SEMPRE!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
ECN COMENTA: Retrospectiva 2018
Ano vem, ano vai e tantos os
quadrinhos, como a TV, cinema e games ficam ricos de material lançado. O ano de
2018 não foi diferente. Os quadrinhos no Brasil tiveram um enriquecimento com
publicações de mais novas editoras que se arriscaram nesse ano de 2018, apesar
de todas as complicações financeiras que passamos. E arriscaram certo.
Passei por essa dificuldade com a
resenha de “Paraíso Perdido”, por exemplo. Meu colega e amigo, Robson Seibert,
que fez as resenhas das revistas “O Corvo de James O’Barr” e “V de Vingança”,
foi um grande apoio e ajuda para que eu escrevesse essa resenha que, de
qualquer forma queria que fizesse justiça a obra de John Milton e o trabalho de
Pablo Auladell. Teve uma boa quantidade de visualizações e agradeço a todos por
isso.
Escrever essa resenha me deu
confiança para escrever outras resenhas como “Drácula – A Obra Completa” e
“Black Dog – Os Sonhos de Paul Nash”, trabalhos de boa qualidade artística que
valem a pena fazer parte de coleções.
Eu também dei sorte com as séries
que assisti na TV e em sistemas de streaming da Netflix e da Amazon Prime Video. Não
fiz resenhas sobre essas séries, por temer entregar mais da história do que
deveria – sim, fazer spoilers – então me prendi a comentar sobre o
crossover-evento anual da Warner Channel, intitulado “Elseworlds”. Na verdade,
eu comentei mais sobre o título do próximo crossover-evento, “Crise nasInfinitas Terras”.
Também busquei ousar ao falar
sobre a versão de Liga da Justiça de Zack Snyder que a Warner Bros. Pictures
prometeu nunca lançar – espero, sinceramente, que voltem atrás nessa decisão
como fizeram com Superman II de Richard Donner. Gosto de fazer isso, às vezes.
Ano que vem muito material de
qualidade chegará, como “Meia-Dúzia de Sapos” de Gustavo Borges e Cris Peter,
“Adágio” de Felipe Cagno, “Alfa – A Primeira Ordem” de Elyan Lopes, onde ele
une vários super-heróis brasileiros em uma mesma saga, “Chaos” de Felipe
Folgosi, "Últimos Deuses” de Eric Peleias e Hiro Kawahara, entre vários
outros. Principalmente os projetos da Maurício de Sousa Produções/Panini
Comics, Graphic MSP.
Também foi o ano que mais
frequentei o cinema. Foram um total de 25 filmes. Como no caso dos quadrinhos e
seriados, não fiz resenha de todos os filmes, fossem de qualidade razoável ou
ótima – eu classifico com estrelas, o que causa certa confusão para alguns,
pois dou muitas estrelas para filmes que muitos não concordariam na quantidade.
Alguns não fiz por questão de tempo, foi um ano de conturbações e correrias –
infelizmente não consigo sobreviver do meu blog, que faço mais por prazer do
que por dinheiro.
Foi um ano de altos e baixos,
como todos os anos são, mas valeu a pena por embarcar no projeto do ForGeeks de
Moises Santiago, o ForGeeks no Rádio, onde conversamos sobre quadrinhos e
filmes, por enquanto, mas com intenção de expansão para outros assuntos que,
com certeza, eu não entenderei bulhufas como mangás, animes e games.
Lógico que não participei de
todos os programas. Preferi me ausentar da homenagem a Stan Lee, pois mesmo que
tenha abalado há muitos, para mim foi como a morte de vários outros.
Sinceramente sentirei mais falta de Steve Ditko – que também faleceu nesse ano
de 2018 e não teve tanto estardalhaço, por mais que merecesse – do que de Stan Lee.
Tá, sei de sua importância, mas
Ditko tem mais importância ainda do que ele. A diferença, Stan Lee sabia se
promover, mesmo que passasse por cima de vários outros, algo que não
interessava tanto a Ditko que nos deixou um legado imenso de personagens.
Muitos quadrinhos, muitas séries
e muitos filmes fizeram nós vermos o quão importante os nerds/geeks são, pois,
a importância disso cresce com o tempo.
Sinceramente, não vejo um
crescimento maior disso tudo, pelo contrário, talvez tenhamos uma diminuição em
breve. Mas temos que aproveitar bastante, pois 2019 virá, novamente, com uma
enxurrada de filmes grandiosos. Peter Jackson, Marvel, Star Wars, Godzilla, DC,
Disney, serão algumas das coisas que chegarão aos cinemas e, como sempre, eu
espero que esteja lá para conferir a todos.
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